segunda-feira, 9 de junho de 2008

Para ti...


Não sei o que te dizer..


Queria ter a palavra certa para ti, mas não consigo.


Apenas sei que estás a sofrer e como pessoa importante que és na minha vida, gostava de ter uma borracha para apagar tudo isso e viveres a vida como mereces, cheia de felicidade e alegrias constantes.


Estou aqui para ti. Para tudo.


Força.


Beijo grande.

O Sexo e a Cidade - O filme


Nova Iorque, griffes, beleza, vida cosmopolita, 4 mulheres à procura de algo que nem elas própria tem certeza do que será.
O Sexo e a Cidade; vi o filme este fim-de-semana com alguns amigos, e aquilo que parecia ser um filme que ia exibir apenas moda, mulheres quase prefeitas e contos de fadas acabou por mostrar, a realidade de muitas pessoas que cresceram numa grande cidade ou acabaram por se mudar para viver num ambiente mais mundano, cosmopolita. A mudança para a grande cidade para tentar uma vida melhor, com uma carreira de sucesso, estilo de vida e claro… Encontrar o grande amor da vida… Hmmm…
Por incrível que possa parecer (ou não), acabei por encontrar algumas semelhanças entre o filme e aquela realidade que ali se apresentava. Acredito mais numa grande amizade do que propriamente num grande amor. Assunto que também é retratado no filme, pois quando o amor falha, se não tivermos verdadeiros amigos, não temos ninguém…
Na era em que vivemos, encontrar um amigo, no sentido literal da palavra é bastante difícil, porém não posso deixar de dizer que o encontrei. Apesar de não ter 3 amigos assim e ser um grupo inseparável como no filme, até porque aí já é demasiada ficção, mas tenho bons amigos e um em particular. A esse que estou a dedicar este post neste momento. Temos de ir a Nova Iorque juntos. É uma promessa!!!!!
O amor é dedicado neste filme de uma forma que eu nunca tinha visto. Vejamos como a personagem Samantha, acaba por ter de admitir que por muito que ame uma pessoa, está intrínseco nela que não consegue ser fiel.
A questão que se debateu em mim, foi. Até que ponto é que eu também aguento uma relação?
Até que ponto eu deixei de ser racional a partir do momento em que me envolvi com uma pessoa?
Sinto que por vezes faço coisas que não devia, e noutras ocasiões acabo por abdicar de coisas que me custam abdicar. Chego apenas a uma conclusão. Sou uma daquelas pessoas que não se conseguem comprometer, que nunca conseguiriam casar, ou se o fizessem, não conseguiria ser feliz…
Sou uma pessoa com bons amigos a morar numa grande cidade, que tem uma vida cosmopolita e que não consegue abdicar disso por uma pessoa. Pelo menos por agora…
Para além do mais, este filme mostra como é importante sermos verdadeiros numa relação e como o falar pouco pode ser destruidor de uma relação.
Mais mais importante que tudo isto é que a amizade é sempre mais importante que o amor e não nos podemos descurar… Porque senão poderemos perder o melhor da vida.

sábado, 26 de abril de 2008

«Nos tempos que correm, já não há Deus nem Diabo. Há só pobres e ricos. E salve-se quem puder...»

Neste primeiro texto a publicar, quase que poderemos considerar uma introdução a este blog.. E para começar, gostava mesmo era de expor a minha análise meramente superficial, porém importante como a de qualquer pessoa, sobre a seguinte frase: «Nos tempos que correm, já não há Deus nem Diabo. Há só pobres e ricos. E salve-se quem puder...», do livro CONTOS EXEMPLARES de Sophia de Mello Breyner Andresen, oferecido pelo meu caro amigo Zé Costa, que descreveu-o (e muito bem), como um livro a que nos leva a viajar imenso!!

De facto acabo por descobrir com o passar do tempo e com a experiência que a vida nos proporciona com todo o tipo de episódios, aventuras, problemas, alegrias e tristezas, que se de facto existem Deus e Diabo, eles só podem estar completamente adormecidos. Vivemos num mundo onde cada vez mais ó ser humano é um individuo cada vez mais individual (eu próprio o sou bastante), mas que apesar de tudo, cada vez mais me parece a melhor forma de viver, porque se Deus e Diabo não estão a contribuir para a nossa vida então somos nós que decidimos os nossos próprios destinos, então, antes só que mal acompanhados. E faça-se notar que esta sociedade tem cada vez mais gente "azarenta"... Algumas chegam mesmo a não merecer o ar que respiram!!!! Mas isso, é a minha opinião. Portanto, salve se quem puder!! Eu já descobri como...